Music Motion Festival: Quem chegou cedo, se deu bem!


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O portão do evento do Festival abriu às 14h e a primeira grande atração do dia, sem dúvida, estava do lado oposto ao palco: o Food Park.

No último final de semana, a capital paulista recebeu o Music Motion: Open Air Festival, um mix de intervenções artíticas, música eletrônica e gastronomia a céu aberto, no Memorial da América Latina, região Norte da cidade. São Pedro ajudou e o público começou a chegar cedo para aproveitar o som das pickups e as delícias do “Food Park”.

Nós estávamos em um grupo de quatro pessoas e chegamos logo no comecinho do evento, com a ideia de almoçar por lá. No carro, a principal expectativa era para o foodtruck das coxinhas, uma especialidade paulistana. Além da kombi do “Só Coxinhas”, outros cinco carros estavam estacionados no local. De hambugueres artesanais a sanduíche de camarão com lula crispy e vinagrete de maçãs, era possível encontrar de um tudo. A gente pode dizer que os “restaurantes” foram bem escolhidos. Quem chegou cedo, aproveitou!

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Nosso grupo logo no início do Festival. Da esquerda para a direita, Thiago Morozetti, Maria Lima, Cauê Paciornik e Caio Coutinho.

Digo quem chegou chedo, porque no final do evento, por volta das 22 horas, quando a fome voltou a apertar (a gente comeu as coxinhas às 14 horas!), restavam apenas dois foodtrucks abertos. Dois! O “Só Coxinhas” e o “Cordel Gastronomico”. Dá pra imaginar o tamanho das filas…

Eu até encararia as coxinhas novamente, mesmo com fila, se elas tivessem feito jus à fama dos paulistanos em preparar a iguaria. Os caras realmente oferecem vários sabores. Tem carne seca, os tradicionais frango e queijo e até alho poró. Eu babei por esse último… Mas estavam salgadas demais e acabou que as expectativas não foram preenchidas. Àquela altura, não valia mais a fila.

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A dupla de sul africanos do Goldfish animou o público com o hit “We Come Together”.

Voltando ao intervalo entre a primeira e a última visita ao Food Park, podemos dizer que o ponto alto do Festival, além da apresentação dos sul africanos do Goldfish (que fizeram a galera vibrar com os hits “We Come Together” e “Take Back Tomorrow”), esteve atrás da região do camarote, num espaço aberto destinado à artistas alternativos e exposição de novas marcas, como Haiiz, Bagus, Lina Dellic e LIVO. Legais demais! Vale a pena dar um google e conhecer.

Muita coisa rolava por lá enquanto a galera curtia o som das pickups. Teve pista de skate e até uma batalha entre artistas. Tinha de tudo: acrílico em tela, spray em tela, spray em parede e até uma pintora personalizando um fusca antigo. Irado! Oito artistas participaram da batalha, que teve tema livre.

No final das contas, o saldo foi bem positivo. São Paulo tem dessas coisas. Em uma tarde descompromissada, você curte uma boa música, com boas opções gastronômicas e arte de primeira. Vale a pena apostar!

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